Paquera entre Governo e Márcia

Em por Observatório RN
Atualizado em 6 de setembro às 10:18


Comemoração da vitória de sua eleição ao governo em 2014: Robinson lança Mineiro como pré-candidato a prefeito de Natal e consequentemente compromete seu apoio.


Já durante o ano de 2015, vendo que Mineiro por si só não crescia a ponto de protagonizar a disputa com Carlos Eduardo ainda no primeiro turno, Robinson passa a fomentar várias candidaturas dentro de sua base. Nomes como George Câmara, Luiz Gomes e Jacó Jacome passam a serem inseridos nas pesquisas.


Como a votação do impeachment, o voto do Deputado Fábio Faria favorável a cassação de Dilma, leva o Deputado Fernando Mineiro a romper com o governo. A partir daí, começa a ser implodida a tática de Robinson.


Sem Mineiro, que mesmo não despontando a ponto de protagonizar com Carlos Eduardo, mas era o candidato da base com maior competitividade, a estratégia de Robinson começou a naufragar.


Um a um os outros candidatos foram desistindo. A última cartada foi uma candidatura própria do PSD com Jacó Jacome. Mas Jacó não viabilizou sua candidatura. 


Robinson ficou órfão de candidato. Planejou ter um leque de candidatos e terminou de mãos abanando. 


É certo que Robinson e seu PSD jamais desejariam ficar de fora da campanha de Natal. Ainda mais com a real possibilidade da eleição acabar no primeiro turno.

Márcia Maia exita receber apoio do Governo (Foto: Divulgação)
Márcia Maia hexita receber apoio do Governo (Foto: Divulgação)


Diante disso, enxergasse uma tentativa de aproximação do grupo governista com a candidatura de Márcia Maia. 


Dentre os adversários de Carlos Eduardo, Márcia é candidata de menos “rebeldia” em relação ao governo. 


Mas apesar de todas às tentativas, Márcia tem resistido a tornar público uma aliança com Robinson. A deputada parece temer os ônus de uma aliança com o governo que não tem boa avaliação na capital. 


Dessa forma, Robinson segue órfão na campanha eleitoral de Natal.


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