Natalense está menos disposto a gastar no Natal

Em por Roberto Fontes
Atualizado em 5 de dezembro às 13:55


Pesquisa Fecomércio mostra que 60% vão fazer compras neste período, percentual inferior ao do ano passado, com gasto médio menor

Pesquisa do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio da Fecomércio RN mostra que mais de 60% dos natalenses irão comprar presentes neste período, com um gasto médio individual de R$ 273,47.

No ano passado, o percentual de consumidores que alegavam disposição de ir às compras era de 71%, com ticket médio de R$ 284,38.

O levantamento foi feito entre os dias 31 de outubro e 03 de novembro de 2016, com 651 pessoas, distribuídas proporcionalmente por região administrativa do município.

Além da queda de 11 pontos percentuais no nível de intenção de compra e de 3,8% no valor médio a ser gasto, a pesquisa também apurou que 27,5% dos consumidores natalenses pretendem comprar apenas um presente.

Os produtos mais procurados serão roupas (54,7%), brinquedos (23,7%), perfumes e cosméticos (16,5%), calçados (15,3%) e produtos eletrônicos (11,7%), levando em consideração o preço do presente (39,7%) e a qualidade dos produtos (26,7%).

Para isso, 76,9% dos entrevistados pretendem pesquisar antes de comprar o presente tanto no comércio de rua (49,9%) como nos shoppings (35,6%): o que irá definir a opção serão promoções (51,6%), descontos (32,9%), bom atendimento (25,6%) e a facilidade na forma de pagamento (6,3%), já que 68,1% vão pagar em dinheiro.

Cerca de 18% dos natalenses vão aproveitar o final de ano para viajar, uma queda em relação ao ano de 2015 quando 29,8% dos entrevistados tinham intenção de viajar nessa época.

Entre os que vão viajar, 47% irão para outro estado brasileiro, 35% irão para o interior do e 13,7% para o litoral potiguar.

Liseu – Os 39,8% dos natalenses que não irão às compras apontaram como motivo a falta de dinheiro (51,4%) e o desemprego (13,9%).

Além disso, apenas 45,6% afirmaram que irão receber o 13º salário, sendo que a maioria irá destinar o benefício para pagamento de dívidas (51,2%), um aumento de 5,4% em comparação a 2015.

Formação de poupança (19,9%) e compras (16%) também foram citadas.


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