Envelhecer é continuar jovem

Em por François Silvestre
Atualizado em 7 de janeiro às 19:57


Alertado por Laurence Nóbrega, vejo um texto dispensável do jornalista Carlos Chagas. Conheço a figura de outros carnavais. Passou bom tempo disfarçado de jornalista liberal, defensor da democracia. Dava a impressão de que se autocriticara, após servir servilmente a um dos “governos” da Ditadura. Não foi autocrítica. Foi esperteza, após ver o barco afundar. Na época era “tortura já, para combater a subversão”. Após um episódio recente e lastimável deste país, que ainda paga o preço da Democracia mutilada pelo regime ao qual o jornalista serviu, ele exige “pena de morte já”. Pergunto: E o que houve foi o quê, senhor jornalista? Se não pena de morte!? Há pena de morte no Brasil. Sem inquérito, sem processo e sem julgamento. O que precisamos fazer não é instituir a pena de morte legal. Urge abolir a pena de morte ilegal. Tem gente que envelhece sem ter amadurecido, que passa de verde para podre!


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