Editorial do Portal No Ar

Em por François Silvestre
Atualizado em 12 de junho às 13:45


Homens e mulheres ungidos pela vontade livre do voto popular garantiram ao Ministério Público sua força que deve ser preservada dentro dos preceitos estabelecidos pela Constituição Brasileira, da qual foram signatários os cidadãos e cidadãs simbolizados no desabafo soberano do deputado federal Ulisses Guimarães ao promulgar a Carta Magna Brasileira: “Tenho ódio e nojo à Ditadura”.

Era 1988, o Brasil vivia a transição do obscurantismo para a democracia e encerrava-se a Assembleia Nacional Constituinte. Para de seus debates e avanços, começar de novo um país perdido por 21 anos dissociado da liberdade. Por liberdade, pulsação pátria, se desejou um Ministério Público atuante e ponderado.

O Portal No Ar defende o Ministério Público e o considera fundamental para a sociedade brasileira. O Ministério Público técnico, dedicado à investigação isenta, à coleta de provas, ao auxílio ao contribuinte na busca por Justiça e na punição daqueles que, comprovadamente e, depois de esgotados todos os direitos de defesa, venham a praticar desvios de conduta ou danos ao erário.

Um Ministério Público como institui a Constituição: Instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis (art.127, CF/88).

O Ministério Público, como instituição, deve estar no foco do cidadão, seja ele de qualquer classe econômica, grau de escolaridade, etnia, crença religiosa, opção política ou ideológica, como um parceiro e jamais como verdugo, perseguidor, inquisidor e proprietário arrogante da verdade.

Não seria o Ministério Público mencionado acima o sonhado pela geração que deu o sangue e a vida pela democracia, tampouco pelos que escreveram a Constituição, inspiradora de todas as atitudes individuais e coletivas no país. O manual de conduta de um povo e das autoridades constituídas.

A liberdade de expressão é um dos pilares da Constituição Brasileira. Nela se baseia o jornalismo. Sem adjetivos. Sem pretensões de ser bom ou mau.

Apenas jornalismo. Jornalismo que informa, revela, apura e desvela, para o contribuinte, segredos que devem ser abertos, para que somente elas, as pessoas livres, julguem, de acordo com as suas consciências.

O Portal No Ar não sentencia, não condena por antecipação, não tenciona destruir reputações. O Portal No Ar noticia. E defende, não custa repetir, um Ministério Público imparcial em defesa da sociedade sem diferenças.

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