A barbárie superada

Em por François Silvestre
Atualizado em 7 de janeiro às 06:47


Vivemos, internamente, a superação da barbárie com que a Europa impôs seus domínios por aqui. E mesmo a dos Mongóis dos Khans, desde Gengis, o primeiro. O Brasil vive, e nós daqui igualmente, a barbárie interna mais brutal de todos os tempos. Ao ponto de que, cá no Oeste do RN, por exemplo, quando se sabe da morte de um bandido por outro bandido, ninguém lamenta a morte de um ser humano. Não. Ouve-se: “Um de menos, já que não temos policiamento pelo menos que eles se matem”. Tá assim. E quem diz isso não tem o menor remorso de se dizer cristão. E vai rezar na missa ou orar no culto. E se diz contrário à pena de morte. E se diz contrário a redução de idade para punibilidade. Vibra com a morte, sem inquéritos, pois foi “entre eles” e se diz progressista. Tudo bem. Se há quem diga que há governo, por que não dizer que é liberal onde não há liberdade de locomoção nem “abrigo do lar”. Tudo por que as ruas são propriedades dos bandidos e as casas de morada são presídios sem guardas.


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