Copom eleva taxa de juros

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 30 de outubro às 06:07


O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, nesta quarta-feira, aumentar a taxa básica (Selic) de 11% para 11,25% ao ano.

Foi a primeira reunião após as eleições.

A decisão rachou a cúpula do Banco Central (BC), já que cinco diretores, inclusive o presidente Alexandre Tombini, votaram a favor da alta. Ficaram contra três membros que defendiam a manutenção dos juros básicos da economia.

A elevação não era esperada pelos economistas do mercado financeiro. A aposta era que a diretoria do BC deixaria os juros estáveis pela quarta vez seguida dada as incertezas políticas, econômicas e do cenário internacional.

“Para o comitê, desde sua última reunião, entre outros fatores, a intensificação dos ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável. À vista disso, o comitê considerou oportuno ajustar as condições monetárias de modo a garantir, a um custo menor, a prevalência de um cenário mais benigno para a inflação em 2015 e 2016”, disse o Copom em nota.

Na reunião, cinco membros, inclusive Tombini, defenderam a alta de 0,25% na taxa básica: Aldo Mendes (Política Monetária), Carlos Hamilton (Política Econômica), Anthero Meirelles (Fiscalização) e Sidnei Corrêa Marques (Organização do Sistema Financeiro). Já os diretores Altamir Lopes (Administração), Luiz Awazu (Assuntos Internacionais) e Luiz Edson Feltrim (Relacionamento Institucional) votaram pela manutenção dos juros em 11% ao ano.

A alta foi vista por analistas como o primeiro gesto da presidente Dilma Rousseff para responder às críticas em relação à condução da política econômica. E como um sinal de que o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, permanecerá no cargo.

Deu em O Globo


Senado também derrubará intenção dos conselhos

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 30 de outubro às 06:01


O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quarta-feira que o Senado também derrubará o decreto da presidente Dilma Rousseff que cria uma superestrutura de conselhos populares no governo.

Irritado, Renan ainda reagiu às críticas do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmando que, mais uma vez, o ministro “não está sabendo do que está falando”.

Mas Renan disse que não sabe quando colocará em votação o decreto que suspende os efeitos da proposta de Dilma e que foi aprovado na noite de terça-feira na Câmara, na primeira derrota da petista depois das eleições. O PSDB já prepara um requerimento de urgência para colocar a matéria em votação o mais rápido possível.

— Ela ser derrubada na Câmara não surpreendeu, da mesma forma que não surpreenderá se ela for, e será, derrubada no Senado — disse Renan, acrescentando:

— Essa coisa do decreto não enxergo como derrota. Absolutamente. Já havia um quadro de insatisfação com relação à aprovação dessa matéria. Essa coisa da criação de conselhos é conflituosa, não prospera consensualmente no Parlamento. Deverá cair.

Em seguida, Renan mostrou irritação com as declarações de Gilberto Carvalho de que foi uma “vitória de Pirro” do Parlamento e de que isso poderia gerar mais derrotas para a presidente Dilma.

— Sinceramente, mais uma vez, o ministro Gilberto Carvalho não está sabendo nem o que está falando. Pelo contrário (de que há um clima de novas derrotas) — disse Renan.

Deu em O Globo


As manchetes da quinta feira

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 30 de outubro às 05:22


O Globo
Três dias após eleição, BC surpreende e sobe juros

Folha de São Paulo
Três dias após a reeleição, BC sobe juros para 11,25%

Estado de S.Paulo
BC eleva juros para 11,25% ao ano, 3 dias após eleições

Correio Braziliense
Dirceu sai, Pizzolato fica, Estevão vem pra Papuda


Henrique acompanha professores da UFRN na luta pelos precatórios

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 29 de outubro às 15:56


DSC_3214O deputado Henrique Eduardo Alves acompanhou um grupo de professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que se reuniram nesta quarta-feira (29) com o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Barros Levenhagen, para discutir ação trabalhista dos docentes da instituição que tramita há 22 anos.

A Justiça do Trabalho assegurou o pagamento de precatórios a cerca de 2 mil professores da universidade potiguar, decorrente de perdas salariais dos planos Bresser e Verão, mas a UFRN recorreu da decisão.

“Ganhamos e nunca levamos. Cerca de 200 professores que seriam contemplados com a ação judicial já faleceram”, explicou o vice-presidente da Adurn – Sindicato dos Docentes da UFRN -, Wellington Duarte, ao pedir prioridade para apreciação do recurso pelo plenário do TST.

As advogadas Kátia Nunes e Andreia Munemassa entregaram um relatório aos presidentes da Câmara e do TST com o histórico da tramitação judicial.

Elas explicaram que a maioria das demais universidades federais que entraram com ações semelhantes já teve suas ações finalizadas.

A incorporação das perdas salariais nessas instituições garantiu um aumento de cerca de 50% aos salários, aposentadorias e pensões dos beneficiados.

Fonte e foto: Assessoria


Grandes marcas são lembradas, mas consumidor prefere supermercado regional

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 29 de outubro às 09:24


Um estudo da empresa de pesquisa e consultoria CVA Solutions indicou que as marcas que têm maior força de mercado – as mais citadas pelos entrevistados – não são as que apresentam melhor custo-benefício na opinião dos consumidores.

Atacadão, Extra e Carrefour foram as marcas consideradas mais fortes por eles.

No entanto, foram os supermercados regionais que se destacaram no valor percebido (relação custo-benefício): Giassi e Cia (SC), Guanabara (RJ) e Angeloni (SC e PR).

Segundo Sandro Cimatti, sócio-diretor da CVA, isso acontece porque, enquanto a força da marca é medida pelo marketing das empresas, o valor percebido leva em conta a experiência do consumidor e a relação custo-benefício.

“Eu posso nunca ter comprado nada naquele supermercado, mas lembro dele facilmente porque ele é grande, é famoso. Mas, essas marcas que investem em marketing têm preços mais altos”, explica.

O executivo afirma ainda que os grandes grupos do varejo alimentar acabam segmentando suas lojas. “Eles têm uma marca que é conhecida pelo menor preço e outras que têm preços mais altos, mas melhor qualidade. O varejo regional precisa ser bom em tudo. Ele só tem uma marca.”

A pesquisa também mostrou que os consumidores brasileiros costumam ir ao supermercado uma vez por semana e evitam comprar carnes e aves, roupas e calçados nesses estabelecimentos.

Filas no caixa, falta de sinalização dos preços, falta de produtos e dificuldades para estacionar o carro foram os principais problemas enfrentados nos supermercados pelos clientes nos últimos 12 meses.

O estudo ouviu 7.739 pessoas por todo o Brasil em agosto deste ano.

Deu no IG


Depois da reação do parlamento, Dilma desiste do plebiscito para reforma política

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 29 de outubro às 09:18


Depois de enfrentar resistências de líderes do PMDB, Dilma Rousseff recuou de sua proposta de fazer a reforma política apenas por meio de plebiscito e já admite o referendo.

Nas duas entrevistas que deu ao SBT e à Bandeirantes, Dilma afirmou que não imagina como o projeto de reforma política, que ela já disse ser uma de suas prioridades no novo mandato, pode ser discutido sem algum tipo de participação popular.

“Você aprova um grupo de questões e faz um referendo ou você pega questões por questões e faz um plebiscito. A forma que vai ser, eu não sei. Agora, acho muito difícil que não tenha uma consulta popular”, afirmou na Bandeirantes.

No domingo, após vencer as eleições, Dilma defendeu como uma de suas prioridades uma reforma política por meio de plebiscito.

Um dia depois, os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ambos do principal partido aliado do PT no Congresso, criticaram a forma proposta por Dilma e defenderam o referendo.

Deu na Folha de São Paulo


As manchetes da quarta feira

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 29 de outubro às 09:17


O Globo
Câmara derrota Dilma e veta conselhos populares

Folha de São Paulo
Câmara impõe 1ª derrota a Dilma após a reeleição

Estado de S.Paulo
Pizzolato fica livre na Itália; Dirceu vai cumprir pena em casa

Correio Braziliense
Rollemberg antecipa medidas de governo


Líderes pedem votação da Reforma Política

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 29 de outubro às 09:12


DSC_6600O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, recebeu nesta terça-feira (28), na reunião de líderes, requerimento do vice-líder do PP, deputado Esperidião Amim (SC), para que a admissibilidade da PEC da Reforma Política (352/13) seja votada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira (29).

O requerimento foi assinado por 15 dos 22 líderes. Esperidião Amim argumentou que os parlamentares foram cobrados durante todo o processo eleitoral sobre a urgência de uma reforma política e a Câmara não pode mais adiar a discussão do tema.

Ele lembrou que a proposta que deve ser votada nesta quarta-feira pela CCJ foi elaborada por um grupo de trabalho em 2013.

Henrique Alves concorda que não há mais razão para adiar o debate e acredita que as divergências sobre o mérito da proposta poderão ser discutidas na comissão especial que será criada para analisar a PEC.

Fonte: Assessoria


Câmara derruba decreto dos Conselhos Populares

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 29 de outubro às 09:05


Apenas dois dias depois da vitória da presidente Dilma Rousseff, o PMDB da Câmara liderou uma nova rebelião da base aliada e, junto com a oposição, provocou a primeira derrota do Palácio do Planalto após a reeleição da petista.

Apesar das manobras regimentais do PT para evitar a conclusão da votação em plenário, os deputados aprovaram o projeto que susta os efeitos de um decreto editado por Dilma que criou novas instâncias de participação popular.

“Essa derrota é para mostrar que o discurso de diálogo não pode ficar na teoria”, disse o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) em um recado direto à presidente reeleita.

Em seu discurso da vitória, no último domingo, a petista defendeu o díalogo com todos os setores.

Deu no Estado de São Paulo


A posse da nova diretoria da CNI

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 29 de outubro às 09:03


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fc59ca734a24fe52b6f5833c03bb4c486de93fe0f7eeada76b47ebb06782ec37Deu no Portalnoar

Por Virgínia França

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) empossou nesta terça-feira (28) a nova diretoria da instituição, em Brasília.
O presidente Robson Braga Andrade foi reeleito com a chapa única, que conta com os empresários potiguares Flávio Azevedo, como vice-presidente, e Amaro Sales, como presidente do Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa
(Compem) (foto 1).
A votação consensual aconteceu no dia 13 de maio, onde votaram os presidentes das 27 Federações da Indústria do Brasil e membros da direção da Confederação. A diretoria assume para o quadriênio 2014-2018.
Na segunda foto, a diretoria executiva da Fiern.  Heider Dantas ( Secretário); Roberto Sequiz ( Tesoureiro) e Terceiro Melo ( Vice Presidente), presentes  ao evento.
Ainda na foto a Sra. Fátima Sales e o diretor Tiago Gadelha.
Na foto abaixo toda a nova diretoria da Confederação Nacional da Indústria e os Presidentes das Federações regionais.