Metade dos Prefeitos do PT no RN decide apoiar Henrique

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 17 de setembro às 18:21


Deu no Portalnoar

Por Alan Darlyson

O “casamento fiel” das candidaturas do vice-governador Robinson Faria (PSD) à sucessão da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e da deputada federal Fátima Bezerra (PT) ao Senado caiu em “adultério” durante a campanha eleitoral.

Apenas a metade dos prefeitos do Partido dos Trabalhadores no Rio Grande do Norte apoia a candidatura de Robinson a governador, apesar de todos estarem fechados com o nome de Fátima para o Senado Federal.

Os aliados de Faria não se mostraram tão leais quanto diziam na convenção que homologou a chapa Robinson e Fátima para as eleições deste ano.

Dos seis prefeitos do PT, três declararam apoio à candidatura do deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB), adversário de Robinson, ao governo.

Os prefeitos de Parelhas, Francisco do PT; de Ouro Branco, Fátima Silva (PT); e de Ipanguaçu, Luciano Oliveira (PT) anunciaram apoio ao peemedebista no decorrer da campanha. A última adesão foi de Oliveira e seu grupo político, que ocorreu ontem.

Os prefeitos de Serra Negra do Norte, Urbano Farias (PT); Pureza, Maria do Sindicato (PT); e Serrinha dos Pintos, Rosânia (PT), por enquanto permanecem apoiando a candidatura do PSD ao governo. O capital político dispensado a Robinson pelo aliado, além de ser pequeno, foi quebrado ao meio.

Entre os militantes mais radicais da legenda, que fazem campanha para Fátima, o nome de Robinson também não é unanimidade.

Há uma ala de pessoas ligadas ao partido, segundo apurou nossa equipe de reportagem, que tem preferência pelo candidato Robério Paulino (PSOL).


Confiança do empresário cai 7,7 pontos em relação a setembro de 2013

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 17 de setembro às 10:44


ICEI-novoO índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) ficou em 46,5 pontos neste mês, no mesmo nível de agosto e 7,7 pontos abaixo do registrado em setembro do ano passado.

“O índice manteve-se no menor patamar da série histórica, iniciada em 1999″, informa a pesquisa divulgada nesta terça-feira (16), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Esse é o sexto mês consecutivo em que o indicador fica abaixo da linha divisória dos 50 pontos. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança.

O levantamento mostra que a falta confiança é generalizada em todos os portes de empresas. Nas pequenas, o ICEI foi de 46,7 pontos, nas médias ficou em 45,4 pontos e, nas grandes, em 47 pontos. Na avaliação por segmento industrial, o índice só ficou acima dos 50 pontos na indústria extrativa.

Conforme o economista da CNI Marcelo Azevedo, a queda na confiança é resultado da percepção de piora nas condições da economia e das empresas. Ele explica que a falta de confiança compromete a atividade industrial e prejudica os investimentos. “Sem confiança não há investimentos e sem investimentos não há crescimento da economia”, resume Azevedo.

A pesquisa foi feita entre 1º e 10 de setembro com 2.844 empresas de todo o país, das quais 1.059 são de pequeno porte, 1.074 são médias e 711 são de grande porte.

Do Portal da Indústria


Temer diz que buscará o PSDB no segundo turno

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 17 de setembro às 10:33


O vice-presidente Michel Temer (PMDB) afirmou em entrevista ao Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor que atuará no segundo turno para tentar obter a neutralidade do PSDB, caso a disputa presidencial fique restrita entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e a ex-senadora Marina Silva (PSB).

“Tenho muitos vínculos entre os dirigentes do PSDB e posso ajudar neste sentido”, afirmou o vice, por telefone, logo após evento da campanha em Campinas (SP).

Pelas projeções de Temer, que também é o presidente nacional do PMDB, o desempenho da sigla nas eleições para governador será o instrumento para uma eventual aproximação com os tucanos. O partido espera eleger pelo menos nove governadores.

“Todos estão alinhados conosco e dispostos a entrar na campanha presidencial”, afirmou. Entre estes, Temer citou postulantes do PMDB que estabeleceram alianças locais com o PSDB, como o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira, que disputa o governo do Ceará.

“Eunício já está presente na nossa campanha e o ‘Aezão’ é um fenômeno que se esgota no primeiro turno”, disse, em uma referência à campanha conjunta de Pezão para governador e Aécio para presidente que foi promovida por lideranças do PMDB do Rio de Janeiro, como o deputado estadual Jorge Picciani.

O PMDB ainda tem o apoio tucano no Espírito Santo, onde lançou o ex-governador Paulo Hartung, e no Rio Grande do Norte, onde o candidato é Henrique Eduardo Alves. O partido não apoiou o PSDB em nenhum Estado.

“Nos Estados em que o candidato do PMDB não está conosco [Dilma e Temer na disputa presidencial], como no Rio Grande do Sul, o partido não deverá estar no segundo turno e a base de prefeitos permaneceu ao nosso lado”, afirmou. Temer citou como prova o resultado de sua última passagem pelo Estado, no fim de agosto.

“Conseguimos reunir 107 prefeitos”, disse.

No Rio Grande do Sul, o candidato do PMDB é o ex-prefeito de Caxias do Sul José Ivo Sartori, que apoia Marina Silva. A dissidência governista do PMDB é comandada pelos deputados Eliseu Padilha e Mendes Ribeiro.

O vice-presidente está concentrando sua atuação nos últimos dias em São Paulo, onde o ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) Paulo Skaf está em segundo lugar nas pesquisas, em levantamentos que apontam a vitória do governador Geraldo Alckmin (PSDB) no primeiro turno. Temer tem privilegiado encontros com o setor empresarial, que está afastado do projeto de reeleição de Dilma.

“Estou procurando mostrar o potencial positivo das exonerações tributárias que o governo promoveu em diversos setores, sobretudo no varejo. O setor empresarial tem muita confiança no PMDB”, disse.

Deu no Correio Braziliense


“A gente sacode a poeira e dá a volta por cima”, diz Wilma de Faria

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 17 de setembro às 09:39


foto 1 (1) foto 2Candidata ao Senado que tem um histórico de vitórias desbancando pesquisas e previsões de especialistas, a ex-governadora Wilma de Faria acredita que o povo dará sua vitória em outubro.

“Fico muito feliz de ver a participação espontânea do povo e vamos andar muito até a eleição, porque o povo quer nossa presença e saber das nossas propostas e sempre ganhei oferecendo a minha palavra para realizar os meus compromissos. É trabalhando que a gente vai ganhar”, disse ela ontem em caminhada no Loteamento Jose Sarney, na zona Norte de Natal.

Wilma frisou ainda que é nas adversidades que sempre cresce.

“A gente sacode a poeira e dá a volta por cima. Nossa capacidade de superação é grande. Minhas vitórias devo exclusivamente ao povo.  Nossa vitória está sendo construída de baixo pra cima. Vamos à luta porque a população está conosco. O comandante da nossa vitória será o povo”.

Vereador de Natal com muita aprovação nos bairros mais periféricos, Chagas Catarino convocou militância: “A gente precisa de Wilma no Senado. Votar nela é muito fácil. Vejam o trabalho grande que ela fez. Todas as comunidades vão corresponder ao seu trabalho porque é o melhor para o futuro de Natal”.

Já o vereador Rafael Motta, candidato a deputado federal, observou:

“O mesmo  carinho que Wilma tem por essa cidade é o carinho que o povo de Natal tem pela senhora e retribuirá no dia 5 de outubro”.

A fala dos vereadores ecoou na comunidade, que recebeu vários investimentos de Wilma. Nailde de Melo Vicente, 60 anos, aposentada, frisou:

“E eu lá ligo pra pesquisa? Entra em um ouvido e sai pelo outro. Todo mundo é louco por Wilma”.

Fonte e fotos: Assessoria


Concentração de renda aumentou entre 2006 e 2012

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 17 de setembro às 06:11


Está engavetado no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) um estudo inédito que mostra uma realidade bem diferente da que vem sendo pregada pelo PT na campanha eleitoral de Dilma Rousseff.

O documento, ao qual o site de VEJA teve acesso, mostra que a concentração de renda aumentou no Brasil entre 2006 e 2012.

Dados do Imposto de Renda dos brasileiros coletados por pesquisadores do Instituto mostram que os 5% mais ricos do país detinham, em 2012, 44% da renda.

Em 2006, esse porcentual era de 40%.

Os brasileiros que fazem parte da seleta parcela do 1% mais rico também viram sua fatia aumentar: passou de 22,5% da renda em 2006 para 25% em 2012.

O mesmo ocorreu para o porcentual de 0,1% da população mais rica, que se apropriava de 9% da renda total do país em 2006 e, em 2012, de 11%.

Os dados referentes a 2012 correspondem aos mais recentes apurados pela Receita Federal.

Os dados sobre o Imposto de Renda levados em conta pelos pesquisadores do Ipea não são públicos. Por isso, tais números não são usados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para medir a desigualdade no país.

O Instituto usa o Índice de Gini, que mede a distribuição de renda com base nos dados de rendimento por domicílios.

O problema é que, como tal informação é fornecida pela própria população aos recenseadores, não é considerada a mais precisa, já que os próprios cidadãos podem subestimar ou superestimar a renda.

Os dados do Imposto de Renda são mais completos porque, além de serem oficiais, mostram posse de bens e rendimentos isentos ou não tributáveis, como doações, investimentos em poupança e outras aplicações cuja tributação ocorre direto na fonte.

O levantamento seria mais completo ainda se usasse dados da declaração de renda de pessoa jurídica, já que muitos brasileiros — sobretudo os mais ricos — declaram seus rendimentos como tal, e não como pessoa física.

A principal conclusão do estudo é que a concentração de renda entre a parcela mais endinheirada, segundo os dados tributários, é muito superior àquela verificada nos dados revelados pelos brasileiros ao recenseadores do IBGE, sem que haja qualquer tendência de queda.

Entre 2006 e 2008, por exemplo, ano em que as políticas de transferência do governo eram alardeadas por Lula, houve o maior aumento de concentração de renda na fatia de 1% mais ricos.

O mesmo salto ocorreu entre 2010 e 2011.

O estudo mostra ainda que a desigualdade entre os mais ricos é maior nos dados tributários do que no levantamento domiciliar. Outra conclusão do estudo é que o estrato dos mais ricos é “blindado”, ou seja, a desigualdade entre eles e o restante da população não se estreita.

“Se essa elite se mantém estável no tempo”, diz o estudo, “a maior parte da mudança na desigualdade deve ocorrer entre os estratos que estão mais na base e no centro da distribuição.” Esses segmentos da base e do centro não foram objeto do estudo.

Deu em Veja


Natal amanhece azul

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 17 de setembro às 05:53


10679672_279079342288407_3512501366613422547_oNatal amanhece azul.

Na via costeira.

Foto: Fator RRH.


Agenda de Henrique em Mossoró

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 17 de setembro às 05:45


Quarta – Feira 17/09/2014
10:00
Mossoró.
Evento: Visita a Reitoria da UERN.
12:00
Evento: Visita ao restaurante popular “Barriga Cheia” – Centro.
12:30
Evento: Visita ao restaurante popular “Barriga Cheia” – Alto de São Manoel.
15:00
Visita a Empresa A & C – Call Center.
Caravana da Mudança – Região de Mossoró.
17:00
Evento: Caminhada pelas Ruas do Grande Alto de São Manoel.
Concentração: Praça do Conjunto Liberdade I – Av. Pedro Paraguai.


Evento quer ajudar pequenas empresas nas exportações

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 17 de setembro às 05:43


Apesar de a região ser um dos celeiros produtivos do país, as micro e pequenas empresas nordestinas responderam por apenas 11,2% do total das exportações brasileiras no ano passado, conforme indicam dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

As microempresas representaram apenas 5,26% do total das exportações. Já as de porte pequeno também não foram muito longe, chegando a representar apenas 5,94% do total nacional.

Os desafios para aumentar o índice de exportação de bens e matérias-primas oriundos das pequenas empresas da região serão alvo das discussões do XIV Encontro Internacional de Negócios do Nordeste (EINNE), que será realizado em Natal, em setembro de 2015.

A definição dos focos do evento ocorreu na capital potiguar nesta terça-feira (16). Representantes do Sebrae em todos os estados do Nordeste se reuniram na sede do Sebrae no Rio Grande do Norte para debater a grade da programação do encontro.

O diretor superintendente do Sebrae-RN, José Ferreira de Melo Neto, e o diretor técnico do Sebrae-RN, João Hélio Cavalcanti, também participaram da reunião.

Entraram em pauta as estratégias para viabilizar a entrada dos negócios de pequeno porte na balança comercial e os mercados prioritários a serem explorados, além de acertos operacionais do evento, como local, período de realização e patrocinadores do evento.

“O EINNE é uma grande rodada de negócios que dá oportunidades para os empresários se relacionarem com o mercado externo, embora ainda sejam poucos os empresários que se interessem por esse segmento do mercado. O objetivo do Sebrae é atrair cada vez mais esse empreendedor”, explica o analista da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae-RN, David Góis.

Fonte: Assessoria


Henrique e Wilma nas Rocas e em Santos Reis

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 17 de setembro às 05:32


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Antes da reunião, os candidatos participaram de caminhada pelas ruas dos bairros das Rocas, Santos Reis e Brasília Teimosa.

Em breve discurso no meio da mobilização, Henrique ressaltou a urgência de se investir na segurança pública.

O vereador Ubaldo Fernandes (PMDB), liderança local, que os acompanhou na caminhada, afirmou:

“Tenho certeza que Henrique vai abraçar as causas das Rocas. Tenho certeza que ele vai resolver o problema na segurança pública”.


As propostas dos presidenciáveis para a área de comunicação

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 17 de setembro às 05:23


Entre as propostas apresentadas pelos candidatos à Presidência da República para o setor de comunicação, a prioridade se refere à ampliação do acesso à internet e à melhoria da qualidade desse serviço em todo o país.

A universalização da rede nas escolas brasileiras também aparece com algum destaque, assim como a transparência e a divulgação de informações do governo via rede mundial de computadores.

Confira as propostas dos candidatos à Presidência para comunicação:

Aécio Neves (PSDB) promete expandir a infraestrutura de comunicação no país e o acesso dos brasileiros à internet de qualidade e com custo compatível, garantindo o acesso gratuito quando necessário, em especial para atividades de cunho social e inclusivo. Ele afirma que vai estimular as iniciativas de produção do conhecimento em rede. O candidato tucano destaca que fará melhorias na infraestrutura para melhor prestação de serviços públicos como o da telefonia e vai apoiar a modernização dos equipamentos escolares, incluindo a instalação de bibliotecas e laboratórios, computadores e acesso à internet. Outra promessa é utilizar a tecnologia da informação e comunicação para inspirar a formação de agentes de transformação social e incentivar o desenvolvimento de tecnologias que gerem novas expectativas de vida às pessoas com deficiência.

Dilma Rousseff (PT) promete universalizar o acesso ao serviço de internet barato, rápido e seguro. Segundo ela, serão feitos investimentos para expandir a infraestrutura de fibras óticas e equipamentos de última geração, o uso da internet como ferramenta de educação, lazer e instrumento de participação popular. Dilma garante a implementação do Marco Civil da Internet. Ela destaca a regulamentação como uma das mais avançadas do mundo e lembra que o Marco Civil garante aos usuários a liberdade de expressão, o respeito aos direitos humanos e à privacidade dos cidadãos, assegurando a neutralidade da rede. A candidata à reeleição destaca que a internet tem de ser um espaço aberto à liberdade de expressão, à inovação e ao desenvolvimento social e econômico do país. Dilma Rousseff destaca que vai priorizar o uso da internet a partir do programa Governo Digital para que o cidadão acompanhe, com facilidade e transparência, a destinação dos recursos públicos.

Eduardo Jorge (PV) não apresenta propostas específicas sobre o tema, mas afirma que um de seus 14 ministérios ficará responsável por questões relacionadas à infraestrutura envolvendo áreas como transporte e comunicação.

Eymael (PSDC) trata o tema garantindo acesso ao uso de equipamentos de informática, internet e banda larga em todo o país, no plano escolar. Segundo ele, isso vai contribuir para o projeto de “preparar nossas crianças e jovens para serem cidadãos do mundo.”

Levy Fidelix (PRTB) destaca que promoverá uma interação maior entre o Poder Público e a iniciativa privada para reduzir os valores cobrados do consumidor na melhoria dos serviços prestados na área de comunicação e na universalização do acesso à banda larga no país.

Luciana Genro (PSOL) destaca que seu governo vai avançar na democratização dos meios de comunicação. A candidata afirma que buscará a quebra dos oligopólios midiáticos e o fim da propriedade cruzada dos meios de comunicação. Luciana garante que vai incentivar instrumentos de comunicação alternativos, como rádios e TVs comunitárias, e meios públicos de mídia. Ela diz ainda que vai priorizar a promoção do controle social da mídia, com instrumentos de participação popular.

Marina Silva (PSB) promete transformar a conexão à internet em serviço essencial no país e criar plataformas amigáveis para tornar públicas as informações sobre orçamento de cada ministério, disponibilizando filtros para que qualquer cidadão cruze as prioridades de uma região e a destinação final dos recursos. A ex-senadora também quer criar plataformas para que a população envie propostas diretamente para as equipes do governo, aumentando a participação dos brasileiros nas decisões do governo por meio de consultas públicas. Marina garante ainda que vai promover a capacitação massiva de servidores federais e autoridades públicas para o uso das novas plataformas digitais colaborativas. A candidata quer incluir o tema nos currículos escolares e garantir acesso à internet em todas as escolas do país até 2018.

Mauro Iasi (PCB) promete a imediata reversão das privatizações e estatização do setor de comunicação, além de outras áreas estratégicas como a de energia, de mineração, dos recursos naturais, e de transporte e logística.

Pastor Everaldo (PSC), Rui Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) não apresentam tópico destinado ao tema ou propostas específicas para a área de comunicação em seus programas de governo.

Deu na Agência Brasil

Por Pedro Peduzzi