Desaprovação ainda é maior nas nove áreas pesquisadas

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 1 de julho às 11:11


Em todas as nove áreas avaliadas, o percentual de desaprovação supera o de aprovação.

Na comparação com a última pesquisa relativa ao governo Dilma, realizada em março, verifica-se crescimento no percentual de aprovação de todas as áreas além da margem de erro da pesquisa; à exceção de combate à fome e à pobreza, que oscila de 29% para 30%.

As políticas com maior crescimento no percentual de aprovação, na comparação com os indicadores da presidente Dilma, em março de 2016, são Combate à inflação, com aumento de 17 pontos percentuais (p.p.) e Combate ao desemprego, com aumento de 15 p.p..

A área com menor percentual de desaprovação é meio ambiente.

A maior insatisfação é com as políticas e ações relativas à taxa de juros e impostos, ambas com menos de 20% de aprovação e com desaprovação de 76% e 77%, respectivamente.

Deu no Portal da CNI


Ibope revela que Temer começa governo com popularidade maior do que a de Dilma

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 1 de julho às 11:03


Com pouco mais de um mês de governo, o presidente em exercício, Michel Temer, ainda não conseguiu conquistar a confiança e a aprovação da maior parte da população brasileira.

A popularidade é maior que a da presidente Dilma Rousseff, em março de 2016, mas o percentual da população que avalia o governo ou o presidente positivamente é inferior ao dos que avaliam negativamente.

Junho 2016


Em relação a maio de 2015 a queda é de 7,8%

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 1 de julho às 10:06


Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou queda de 7,8% em maio de 2016, com perfil disseminado de resultados negativos, alcançando todas as quatro grandes categorias econômicas, 21 dos 26 ramos, 62 dos 79 grupos e 67,5% dos 805 produtos pesquisados.

Vale citar que maio de 2016 (21 dias) teve um dia útil a mais do que igual mês do ano anterior (20).

Entre as atividades, coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-13,4%), indústrias extrativas (-11,9%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-15,8%) exerceram as maiores influências negativas na formação da média da indústria.

Outras contribuições negativas relevantes sobre o total nacional vieram de metalurgia (-10,3%), de produtos de minerais não-metálicos (-12,4%), de produtos de metal (-12,1%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-17,5%), de máquinas e equipamentos (-7,1%), de outros equipamentos de transporte (-18,3%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-12,3%), de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-17,4%), de produtos do fumo (-28,7%), de produtos de borracha e de material plástico (-6,4%), de produtos diversos (-17,7%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-8,0%) e de móveis (-16,9%).

Por outro lado, ainda na comparação com maio de 2015, a atividade de produtos alimentícios (3,8%) exerceu a principal pressão positiva nesse mês.

Vale destacar também os impactos positivos registrados pelos setores de celulose, papel e produtos de papel (4,8%) e de bebidas (4,4%).


12 dos 24 ramos pesquisados crescem em maio

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 1 de julho às 10:04


Na variação nula (0,0%) da atividade industrial na passagem de abril para maio, 12 dos 24 ramos pesquisados apontaram taxas positivas, com destaque para o avanço de 4,8% registrado por veículos automotores, reboques e carrocerias.

Outras contribuições positivas importantes sobre o total da indústria vieram de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (3,6%), de indústrias extrativas (1,4%) e de metalurgia (3,4%).

Vale destacar também os resultados positivos assinalados por outros equipamentos de transporte (9,5%), bebidas (2,2%), celulose, papel e produtos de papel (2,0%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (4,3%) e produtos de borracha e de material plástico (2,0%).

Por outro lado, entre os 11 ramos que reduziram a produção nesse mês, os desempenhos de maior relevância para a média global vieram de produtos alimentícios, que recuou 7,0%, e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-8,2%).

Deu no Portal do IBGE


Produção industrial teve variação nula

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 1 de julho às 10:16


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Em maio de 2016, a produção industrial nacional mostrou variação nula (0,0%) frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após assinalar resultados positivos em março (1,4%) e abril (0,2%).

Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o total da indústria apontou queda de 7,8% em maio de 2016, 27ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação e mais elevada do que a observada em abril último (-6,9%).

Assim, no índice acumulado para os cinco primeiros meses de 2016, o setor industrial assinalou redução de 9,8%.

A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, com a queda de 9,5% em maio de 2016, praticamente repetiu o recuo de 9,6% registrado nos meses de março e abril de 2016, quando mostrou a perda mais intensa desde outubro de 2009 (-10,3%).

A publicação completa da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) pode ser acessada aqui.

Indicadores da Produção Industrial por Grandes Categorias Econômicas
Brasil – Maio de 2016

 

Grandes Categorias
Econômicas
Variação (%)
Maio 2016/
Abril 2016*
Maio 2016/
Maio 2015
Acumulado
Janeiro-Maio
Acumulado nos
Últimos 12 Meses
Bens de Capital
1,5
-11,4
-23,0
-26,9
Bens Intermediários
-0,7
-8,1
-9,2
-7,6
Bens de Consumo
0,1
-5,4
-7,5
-8,7
   Duráveis
5,6
-17,4
-24,7
-22,4
   Semiduráveis e não Duráveis
-1,4
-2,1
-2,4
-4,9
Indústria Geral
0,0
-7,8
-9,8
-9,5

 

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria
*Série com ajuste sazonal
Deu no Portal do IBGE
Foto: Exame

Está proibida a venda das lâmpadas incandescentes

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 1 de julho às 09:59


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Desde ontem está proibida a venda de lâmpadas incandescentes no Brasil.

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) começa a fiscalizar nesta sexta-feira (1º/7), por meio dos institutos de Pesos e Medidas (Ipem) estaduais, estabelecimentos comerciais que ainda tenham à disposição lâmpadas incandescentes com potência de 41watts (W) até 60 W.

Quem não atender à legislação poderá ser multado entre R$ 100 e R$ 1,5 milhão.

A restrição foi estabelecida pela Portaria Interministerial 1.007/2010, com o objetivo de minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica. Uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75% em comparação a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente.

Se a opção for por uma lâmpada de LED, essa economia sobe para 85%.

Deu no Correio Braziliense


Nova ação da Lava Jato partiu de uma delação premiada

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 1 de julho às 09:01


Quando Cleto fazia parte dos Comitê de Investimentos do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), a fabricante de celulose Eldorado Brasil, um dos projetos mais ambiciosos da holding J&F, controlada pela família Batista, recebeu polpudos 940 milhões de reais repasses do FI-FGTS – parte do dinheiro teria acabado nas mãos de Funaro.

Na mira da Operação Lava Jato desde que Fábio Cleto fechou acordo de delação premiada, o FI-FGTS registrou pela primeira vez no ano passado prejuízo no resultado anual.

A queda foi de 900 milhões de reais no patrimônio líquido do fundo que usa recursos dos trabalhadores para aplicar em projetos de infraestrutura.

O patrimônio do FI-FGTS é largamente ligado a empresas investigadas no petrolão: boa parte de seus recursos foram aplicadas em companhias como a Odebrecht Transport e a Odebrecht Ambiental, a OAS Óleo e Gás e a CCR, concessionária de rodovias da Andrade Gutierrez e da Camargo Correa.

Em sua delação premiada, Cleto apontou o nome do deputado Eduardo Cunha como destinatário de 1% dos quase 1 bilhão de reais aprovado pelo FI-FGTS à empresa Eldorado.

O ex-vice da Caixa também já havia confirmado que Cunha cobrou 52 milhões de reais em propina para viabilizar recursos para o projeto do Porto Maravilha, no Rio.

A operação desta sexta-feira foi batizada de Sépsis, referência à situação em que o corpo apresenta estado de infecção geral grave.

Deu em Veja


PF de novo nas ruas e na sede da JBS Friboi

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 1 de julho às 08:59


A Polícia Federal realizou nesta manhã nova operação e cumpre diligências na sede da JBS Friboi, na casa do empresário Joesley Batista, dono da indústria de alimentos.

A operação de hoje, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), prendeu o operador Lúcio Bolonha Funaro e recolheu documentos na casa do lobista Milton Lyra, apontado por delatores da Operação Lava Jato como facilitador de negócios espúrios em partidos junto a empresas públicas e bancos como a Caixa, o BNDES e o Banco do Brasil.

Conforme revelou VEJA, Lyra foi citado por um delator como o operador do presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) no fundo de pensão Postalis, dos Correios.

As investigações e o cumprimento de mandados desta sexta-feira estão relacionados majoritariamente à recente delação premiada do ex-vice-presidente de Loterias da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto, ex-aliado do presidente afastada da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Cleto foi exonerado do cargo da Caixa no fim de dezembro do ano passado, logo depois de Cunha ter autorizado a abertura do processo de impeachment contra a presidente afastada Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.

Na época, a decisão de Dilma foi vista como um “troco” ao seu desafeto.

Deu em Veja

 

 


Câmara Municipal discute os 10 anos da Lei Maria da Penha

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 1 de julho às 08:47


Os 10 anos da Lei Maria da Penha, que mudou a realidade das mulheres em situação de violência no Brasil, foram debatidos na manhã de ontem, em audiência pública na Câmara Municipal de Natal.

De autoria do vereador Hugo Manso (PT), a atividade trouxe a tona os desafios e problemáticas dessa legislação que é considerada pela ONU uma das três melhores do mundo.

“A Lei Maria da Penha mudou a sociedade brasileira no sentido de desnaturalizar a violência contra mulher, criminalizando o agressor e criando um sistema de amparo.

No entanto depois de 10 anos os desafios ainda continuam. É preciso ampliar e aperfeiçoar o sistema protetivo, aumentando o número de Centros de Referência e Casas abrigo e colocando as delegacias especializadas para funcionar 24h”, disse Hugo.

Para a secretária municipal de Políticas Públicas para as mulheres de Natal, Aparecida França, nessa primeira década, uma das principais conquistas foi o desvelamento das estatísticas sobre a violência contra a mulher no Brasil.

“Hoje, graças a essa legislação e as políticas públicas implementadas nesse período, temos um mapa brasileiro da violência contra a mulher. Isso é uma grande vitória para as militantes da causa, pois permite um olhar mais estruturado sobre a questão”.

Fonte e foto: Assessoria


ANAC libera uso do aeroporto de Mossoró

Em por Ricardo Rosado
Atualizado em 1 de julho às 08:43


De acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União da última quarta-feira (29), a Agência Nacional de Avicação Civil (Anac) liberou pousos e decolagens de voos domésticos no Aeroporto Dix-Sept Rosado, em Mossoró, interditado desde janeiro deste ano.

Segundo informações do Departamento de Estradas de Rodagens (DER), que atende pela administração do aeroporto, o equipamento passou por obras para atender às exigências feitas pela agência.

A recuperação do terminal teve início ainda no mês de março, construindo uma cerca de proteção, estrada para patrulhamento da pista, reparo em todo o balizamento (iluminação para nortear as aeronaves que taxiam no pátio), recuperação ambiental no entorno do aeroporto, além de um treinamento do Corpo de Bombeiros para atuação na área aeroportuária.

A operação de voos comerciais no aeroporto de Mossoró deve ser retomada até a sexta-feira (01), quando a Anac  der o comando técnico oficial no Sistema de Aviação da Infraero.

Fonte: Assessoria